Theratogs | Hipotonia

Hipotonia

Principais Usos do Theratogs

Hipotonia

A hipo (baixa) tonia (tônus ou tensão nos músculos) é evidente em estados de hipermobilidade do tronco e das articulações dos membros.

Como TheraTogs podem contribuir com o manejo de crianças com hipotonia?

A hipotonia generalizada diminui a função dos receptores somatossensoriais (posição e movimento) nas articulações e músculos, contribuindo para atrasos e déficits no desenvolvimento de controle postural e coordenação motora grossa.[1] A postura relaxada causa o alongamento dos músculos de apoio, o que compromete sua força.

Como mostrado abaixo, as roupas TheraTogs são projetadas para fornecer estímulos somatossensoriais aumentados e a estabilidade mecânica leve de um abraço corporal customizado. Faixas (TogRite) são fornecidas para a melhoria do alinhamento da coluna e da pelve, para encurtar músculos longos – geralmente abdominais – e permitir que eles trabalhem em estado encurtado, e para reduzir a base funcional de apoio de modo a aumentar a atividade dos músculos do tronco e quadril.

Sobre a Hipotonia

Como diagnóstico, a hipotonia carece de definições claras. Em um estudo realizado para identificar características específicas de hipotonia, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas pediátricos concordaram sobre os seguintes fatores: diminuição da força, diminuição da tolerância à atividade, atraso no desenvolvimento de habilidades motoras, postura com ombros caídos e tendência de se apoiar, hipermobilidade de articulações, flexibilidade aumentada e baixa atenção e motivação. [2]

A hipotonia é evidente em crianças com estes diagnósticos (entre outros):

Referências

  1. Pereira K, Basso RP, Lindquist AR, da Silva LG, Tudella E. 2013. Infants with Down syndrome: percentage and age for acquisition of gross motor skills. Res Dev Disabil. 34(3):894-901.
  2. Martin K, Inman J, Kirschner A, et al. 2005. Characteristics of hypotonia in children: a consensus opinion of pediatric occupational and physical therapists. Pediatr Phys Ther. 2005 Winter;17(4):275-82.
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