Theratogs | Paralisia Cerebral Tetraplégica

Paralisia Cerebral Tetraplégica

Principais Usos do Theratogs

Paralisia Cerebral Tetraplégica

A paralisia cerebral tetraplégica é uma subcategoria de paralisia cerebral que pertence àqueles que apresentem déficit funcional (paresia) no tronco, pescoço e nas 4 extremidades. A tetraplegia ocorre em aproximadamente 6% da população de crianças com paralisia cerebral. [1] Muitas crianças deste grupo estão severamente comprometidas. Como os sistemas TheraTogs podem contribuir para o cuidado de crianças com paralisia cerebral tetraplégica? As roupas TheraTogs foram projetadas para aumentar o estímulo somatossensorial e fornecer a estabilidade mecânica delicada de um “abraço” corporal. Faixas estão disponíveis para melhorar o descanso e o alinhamento funcional do tronco e membros. TheraTogs podem sustentar, no dia-a-dia, as correções posturais não forçadas que um terapeuta alcança durante uma sessão de tratamento.

Ciências aplicáveis:

  • Biomecânica
  • Cinesiologia
  • Adaptação fisiológica de ossos e tecidos moles ao histórico de uso
  • Controle postural
  • Processamento e modulação de informações somatossensoriais
  • Plasticidade neural: mapeamento cortical e prática repetitiva

Abordagens terapêuticas aplicáveis:

  • Análise e Gestão do Sistema de Movimentos
  • Tratamento de Neurodesenvolvimento
  • Abordagem Percepção-Ação (P-A) (anteriormente TAMO -Tscharnuter Akademie para Organização Motora)

Sistemas TheraTogs Aplicáveis

Estes sistemas TheraTogs podem apoiar as metas terapêuticas para crianças com PC tetraplégica:

  • Sistema de Postura e Alinhamento do Tronco
  • Sistema Full Body – vem com componentes para aplicação de faixas nos membros
  • Sistema Wunzi – para bebês e crianças em idade pré-escolar. Peça o kit para membros com faixas extras.

Sobre a Paralisia Cerebral Tetraplégica

O sistema de classificação neurológica descreve 3 categorias de paralisia cerebral:

Espástica (piramidal)

Lesões do trato piramidal – mesmo inalteradas – estão associadas a um controle motor seletivo reduzido. No entanto, a rigidez muscular e as deformidades articulares geralmente pioram com o tempo. A rigidez muscular é comumente referida como “espástica” – sugerindo que a causa é a hiperatividade do reflexo miotático – apesar da bem documentada progressão da rigidez relacionada ao uso que ocorre nos músculos e tecidos adjacentes.  Enquanto o uso excessivo de músculos encurtados – como ocorre na distonia – pode causar contraturas, a espasticidade (hiperreflexia) não. Caso a espasticidade esteja presente, sua influência na habilidade de movimentos intencionais é mínima. Déficits no controle do tronco e pescoço e no controle motor seletivo são mais relevantes que a espasticidade. [2], [3], [4]

Déficits de processamento somatossensorial – noção de tato e posição – acompanham este histórico de movimento alterado. Fraqueza muscular é inevitável após histórico de uso de estratégias compensatórias.[5]

Discinética (extapiramidal) – distonia e atetose

A discinesia é caracterizada pela presença de movimentos ou posturas involuntárias. (Ver também paralisia cerebral atetoide/discinética e distônica).

Tipos mistos

Quando duas ou mais categorias de envolvimento ocorrem no mesmo indivíduo, o termo “misto” é comumente utilizado.

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